Como esta irá ser a última publicação deste ano (uma pausa pelo Natal para abrir as prendas), a Pedra da Manteiga vai hoje voltar ao castelo, desta vez para falar da “Torre Rainha”, a Torre do Relógio.
É uma torre quadrangular, da época Medieval, onde está inserida a “Porta da Vila” ou “Porta de Santarém”; é encimada por um campanário Manuelino com aberturas trespassadas, e coroado com pequenas torres cónicas; contém dois relógios, um de Sol, em mármore, situado nas paredes laterais, e um outro mecânico, que deixou de funcionar há já alguns anos; o acesso é feito por escadaria exterior.
É a torre mais bela e mais bem conservada de todo o castelo, tendo-se tornado no símbolo da cidade, e orgulho dos Montemorenses.
De qualquer parte da cidade, se olharmos para o alto, ela lá está, altaneira, vigiando-nos, e trazendo-nos à lembrança o grandioso passado histórico desta terra.
De qualquer parte da cidade, se olharmos para o alto, ela lá está, altaneira, vigiando-nos, e trazendo-nos à lembrança o grandioso passado histórico desta terra.


Hoje a Praça Machado dos Santos pouco mais tem que o bonito fontanário público, que felizmente se manteve, e um espaço imenso com um relvado sem graça (é bom como campo de futebol para as crianças, e para levar os cães a passear).
Até o típico quiosque existente no local, ponto de convívio e petiscos, foi substituído por uma construção de betão completamente incaracterística.
O fundo da abside é em madeira talhada e tem a imagem de Nª Srª da Conceição, enquanto que no seu tecto tem quatro frescos (um em cada canto) representando os quatro apóstolos evangelistas.
No altar das almas, composto por retábulo barroco de talha dourada, da época de D. João V, tem imagens em pedra Ançã, do sec. XV, de Stª Margarida e S. Sebastião. 



