A igreja Matriz actual fazia parte do antigo convento de S. João de Deus.Depois de adquirida, por irmãos dessa ordem, a casa onde nasceu o santo, a mesma foi transformada em capela, e, mais tarde, com dinheiro proveniente das esmolas, foi construída a igreja – da qual a capela ficou sendo a cripta, e o convento.
Com a desanexação do convento, em 1834, devido ao estabelecimento do regime Liberal, o mesmo passou para a posse do Estado, e a penas a igreja ficou na posse da Ordem.
Em 1843, a Igreja Paroquial recebe a Pia Baptismal e outro recheio, proveniente da antiga igreja Matriz do Castelo, entretanto desactivada.
Imóvel de interesse público, é notável pelas pinturas que revestem o seu interior, e pela riquíssima talha dourada do seu retábulo, assim como por inúmeras pinturas e obras de arte que possui, e que relatam a vida e obra da S. João de Deus, cuja cripta se mantém aberta ao pública por baixo da sacristia da igreja.
Com a desanexação do convento, em 1834, devido ao estabelecimento do regime Liberal, o mesmo passou para a posse do Estado, e a penas a igreja ficou na posse da Ordem.
Em 1843, a Igreja Paroquial recebe a Pia Baptismal e outro recheio, proveniente da antiga igreja Matriz do Castelo, entretanto desactivada.
Imóvel de interesse público, é notável pelas pinturas que revestem o seu interior, e pela riquíssima talha dourada do seu retábulo, assim como por inúmeras pinturas e obras de arte que possui, e que relatam a vida e obra da S. João de Deus, cuja cripta se mantém aberta ao pública por baixo da sacristia da igreja.



Mais tarde, a administração da herdade passa para os seus filhos, é contratado um enólogo, e, em 1991, foi produzido na Soc. Agric. Gabriel Francisco Dias e Filhos, Ldª o primeiro vinho engarrafado: o “Couteiro Mor”.
Hoje são produzidos vinhos de mesa brancos e tintos, espumante, vinho rose, aguardente e vinagre, que são colocados no mercado nacional e estrangeiro.




