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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lavadouro Municipal de S. Cristóvão



Com o mesmo estilo arquitectónico dos restantes 
existes no concelho, mas, e a acreditar numa inscrição de uma laje existente à entrada, de construção mais recente, este equipamento de uso público foi construído apenas depois da revolução de Abril de 1974.
Tal como os seus congéneres, e com o estender progressivo da água canalizada a todas as casas da vila, o seu uso tem vindo a ser abandonado, não podendo no entanto dizer-se que o equipamento tenha deixado de ser cuidado.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Casa do Povo



Funcionando a partir de 29 de Agosto de 1940, pelo Dec. Lei 30.710, como instituições de providência social de inscrição obrigatória, as Casas do Povo, que tinham sido criadas por Decreto de 22 de Setembro 1933, foram inicialmente organismos de cooperação social, destinadas a melhorar as condições de vida de um sector da população menos protegido, assim como associar os proprietários e os trabalhadores rurais.
Em Montemor, a primeira sede da Casa do Povo, que foi fundada por alvará de 21 de Junho de 1942, situava-se na Rua de Santo António, no local onde hoje se encontram as instalações do jornal “Folha de Montemor”.

Em 1955 a Casa do Povo transferiu-se para novas instalações, na Av Gago Coutinho, compostas de dois pisos, e com excelentes condições para os seus associados. No piso inferior estava situado o Posto Médico, com salas de espera e de consulta e tratamento dos doentes, depósito de medicamentos, secretaria, arquivos, e sanitários, enquanto que, no segundo piso, ficava uma sala com museu de artesanato, gabinete da direcção, biblioteca, arrecadação e uma excelente sala de secções, onde, quinzenalmente eram projectados filmes, com entrada gratuita para os sócios.
Ainda me lembro de lá ver alguns filmes, assim como de este ter sido dos primeiros locais a ter uma sala de televisão pública, quando se iniciaram as emissões da RTP.
Actualmente funcionam no edifício os Serviços da Segurança Social.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Paços do Concelho



Montemor tem o seu estatuto de município desde que D. Sancho I lhe atribuiu o seu foral em 15 de Março de 1203, sendo o 64º concelho mais antigo do país.
O primeiro edifício camarário localizou-se, durante cinco séculos, no interior das muralhas, em local ainda incerto.
Só em 1744 foi construído, fora dos muros da vila e no local onde ainda hoje se encontra, um novo edifício para a instalação dos Paços do Concelho.

As novas instalações, que viriam a ser inauguradas em 1746, constavam de um edifício de dois pisos, ocupando os serviços camarários o piso superior; o rés-do-chão foi destinado às instalações da cadeia de homens e de mulheres, e à habitação do carcereiro. Existia ainda um anexo com uma capela, para os presos assistirem à missa.
O edifício foi sofrendo remodelações através dos tempos.
Em 1933 o Salão Nobre foi decorado com onze painéis de azulejo, representando cenas históricas montemorenses, da autoria de Leopoldo Battistine, produzidos pela fábrica de Constância.
Entre 1966 e 1969 o edifício sofre uma profunda remodelação, de forma a poder passar a reunir nele, para além dos serviços camarários, os serviços de finanças e de tesouraria, e os das Juntas de Freguesia.
Durante esse período os serviços da Câmara ficaram alojados no Quartel dos Bombeiros, tendo a inauguração do remodelado edifício ocorrido no dia 8 de Setembro de 1969, e sido presidida pelo Presidente da Republica, O Almirante Américo Tomaz, que se fez acompanhar dos Ministros do Interior e da Saúde e Assistência, estando também presente o Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, Dr. José Azaredo Perdigão.

Durante estas obras, executadas segundo um projecto do Arquitecto Raul David, os painéis do Salão Nobre foram preservados, e foram colocados, na escadaria, novos painéis de azulejo da autoria de Querubim Lapa.
A coroa de mármore que encima o escudo existente na fachada principal do edifício desde 1746, e que tinha sido retirada quando da implantação da Republica, foi reposta no seu lugar em 1993.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A Praça de Touros

Foi há perto de 130 anos, mais propriamente a 6 de Agosto de 1882, que, por obra de António Pedro Sameiro, Montemor viu inaugurada a sua Praça de Touros.
As gentes da terra, que, ao que parece, sempre apreciaram este tipo de espectáculo, viram assim nascer um local próprio para substituir a Praça do corro (hoje Praça Miguel Bombarda), que desde o sec. XV servia de palco à festa dos touros.
Fizeram parte do primeiro cartaz os cavaleiros José Bento de Araújo e D. Luís do Rego, e os bandarilheiros Roberto da Fonseca, Vicente Roberto, João Roberto, e António Augusto; os touros foram da ganadaria de António José da Veiga Frade, e a parte musical esteve a cargo da Banda da Sociedade Pedrista e da Banda de Arraiolos.
Até Julho de 1954 a Praça de Touros funcionou também como local de projecção de filmes.
Desde 2002 a Praça está a cargo da empresa “Montemor é Praça cheia”, constituída por antigos forcados do grupo Amadores de Montemor, que procedeu a importantes obras de remodelação e restauro do espaço, restituindo-lhe a dignidade , e permitindo-lhe que continuasse a ter as condições exigidas para a realização de espectáculos
Está agora prevista a reordenação do espaço junto da Praça de Touros, o que, a avaliar pelo projecto conhecido, irá beneficiar o edifício e a zona..

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

50 Anos


O Cine-teatro Curvo Semedo comemorou no passado fim-de-semana 50 anos de vida após a sua inauguração nos dias 17,18 e 19 de Janeiro de 1960
Era, nesse tempo, a maior sala de espectáculos a sul do Tejo, e teve direito a uma festa digna no início da sua actividade, com direito a visita de ministro e tudo.
Agora, embora de cara lavada, não teve direito a bolo de aniversário, nem a festa comemorativa que assinalasse o acontecimento.
Talvez seja por culpa da crise, mas temos pena, como temos pena que a sua prometida e necessária remodelação continue a ser adiada, impedindo o uso do edifício para uma maior actividade cultural.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A Sopa dos Pobres

Foi, segundo consta, cerca de 1915 que surgiu, através de uma iniciativa privada, a “Sopa dos Pobres” em Montemor.
Tentava-se assim ajudar, pelo fornecimento de algum alimento, aqueles cuja pobreza era por demais evidente.
Sofrendo das limitações de uma obra de carácter particular, teve algumas interrupções no seu funcionamento, até que em 1930, com a entrada para o grupo de beneméritos de mais algumas senhoras das famílias mais abastadas de Montemor, em especial da D. Maria Eduarda Praça Cunhal, a obra renasce e ganha força.
Por volta de 1947 o Governador Civil d Évora propõe que o seu nome seja mudado para “Sopa de S. João de Deus”, ao que o povo de Montemor nunca aderiu, continuando a clamar-lhe sempre “Sopa dos Pobres”.
O edifício próprio, situado em terrenos contíguos ao Hospital, devidamente apetrechado para a função a exercer, e cuja falta há muito se fazia sentir, foi construído em 1953, mais uma vez por iniciativa da D. Maria Eduarda, e nele passou a ser distribuída, aos idosos mais necessitados de Montemor, uma refeição quente diária, além de um donativo em dinheiro para fazer face a algumas outras necessidades.
A instituição, que sempre viveu com o dinheiro das cotizações, dos donativos e dos subsídios do Estado e da Câmara, sobreviveu até à altura em que os gastos começaram a ser superiores ás receitas, o que obrigou ao encerramento da sua actividade por volta de 1971.
O edifício foi depois cedido aos Irmãos de S. João de Deus, que nele inauguraram o Museu Tauromáquico em Setembro de 1973.
Em 1974 o museu foi transferido para o Convento de S. Domingos, e o edifício da “sopa dos pobres” foi ocupado por uma comissão de moradores da zona, que viria mais tarde também a extinguir-se, sendo o edifício cedido à Santa Casa da Misericórdia de Montemor, que, feitas as necessárias remodelações, o adaptou a Lar de idosos, função que ainda hoje cumpre.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Hospital do Espírito Santo


Não se conhece exactamente a altura da sua fundação, mas sabe-se que já existia em 1389, e ficava junto da ermida que se vira a chamar, em 1410, Ermida da Trindade, situada na Praça da Trindade (hoje Terreiro do Espírito Santo): o hospital ficaria portanto naquela que, ainda hoje, se chama Rua do Espírito Santo.
Era um pequeno hospital, com uma sala onde, se situavam as camas para pobres e doentes, alguns anexos, e, provavelmente, uma pequena capela.
Durante o sec. XV o hospital fundiu-se com a Albergaria de Santo André, fundada no sec. XIII, que ficava próximo e se destinava aos mesmos fins.
Durante algum tempo, durante o sec. XV, foi gerido pela Câmara.
Com o aparecimento das Misericórdias em Portugal, este hospital, como muitos outros por todo o país, passou, em 1518, para a posse da Misericórdia local.
Em 1531 o hospital muda novamente de mãos, e nele se instalam os padres Lóios, que não foram assim tão bem sucedidos na sua gestão, e, por insistência da Misericórdia, em 1567, o Cardeal D. Henrique decreta que a mesma volte a tomar conta dos destinos do hospital.
A Ordem Hospitaleira de S. João de Deus, que entretanto se instala em Montemor, e que se dedica também à cura dos doentes, reclama para si a posse do hospital, e, em 18 de Julho de 1667, consegue os seus intentos através de uma ordem de D. João IV.
O edifício cresceu, passou a ter uma enfermaria para homens e outra para mulheres, e passou a ter a seu cargo criação das crianças abandonadas.
Com a extinção, em 1834, das Ordens Hospitaleiras Masculinas, e a expropriação de todos os seus bens, os Irmãos da Ordem de S. João de Deus são expulsos do país, e, por decreto de 31 de Agosto de 1835, o Hospital do Espírito Santo e de Santo André voltou de novo às mãos da Misericórdia.
Em 1878 dá-se a extinção do Recolhimento de N. Srª da Luz, e o Hospital do Espírito Santo e de Santo André muda-se para as suas instalações, onde tinha mais espaço e condições para cumprir a sua tarefa, e onde ainda hoje funciona o Centro de Saúde.
No antigo edifício funciona hoje, na zona hospitalar, um clube privado; na zona das cozinhas e despensas funciona uma mercearia, e, onde foi a igreja funcionou (nos anos cinquenta/sessenta do sec. passado) um cinema, e mais tarde um armazém de distribuição de mercearia; hoje encontra-se sem utilização e fechado.

quarta-feira, 18 de março de 2009

A estação do comboio

Inaugurada em 1909, a estação do caminho de ferro de Montemor contava com um edifício dentro da linha arquitectónica usada na época pelos Comboios Portugueses para as pequenas estações.
Foi, durante muitos anos, o ponto de partida e de chegada de pessoas e bens, contribuindo muito para o aumento de notabilidade e desenvolvimento da vila.
Com o encerramento do ramal de Montemor à circulação de comboios, em 1987, a estação ficou desactivada.
Uns anos mais tarde, o edifício voltou a ser utilizado, desta vez como espaço de lazer, e nele esteve a funcionar, durante algum tempo, um espaço de diversão nocturna.
Foram, nessa época, feitas algumas alterações do local, principalmente na zona do anterior cais de embarque, que prejudicaram muito o conjunto.
Actualmente o edifício encontra-se em estado de semi-abandono, e com um aspecto que mostra a falta de interesse com que é tratado.
Depois da requalificação do ramal ferroviário, que deu lugar à pista de ecoturismo, seria talvez altura de se pensar em requalificar também a estação (quem sabe dando-lhe uso como local para várias pequenas lojas de produtos regionais, como os vinhos, o artesanato, os enchidos, etc, em que Montemor é rico). Isso iria contribuir bastante para a revitalização desta zona da cidade, em tempos tão movimentada.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A Ponte do Comboio

A velha ponte de ferro, com 102 mts de comprimento, construída sobre o Rio Almansor na zona situada junto à barroca, teve a sua inauguração a 2 de Setembro de 1909, e destinava-se à passagem do comboio sobre o rio.
Com a extinção do ramal de Montemor, em 1967, a ponte deixou de ser utilizada, deixando também de ser feita a sua manutenção.
Presentemente encontra-se em obras de recuperação e remodelação, e, dentro em pouco, terá uma nova utilização, que lhe devolverá a beleza e dignidade.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A Escola

Este edifício, situado na esquina da Rua d’Aviz com a Av. Gago Coutinho, tem já uma longa história.
Construída, em data que não consegui apurar, mas que penso andar pelos anos do fim da primeira grande guerra, teve como primeiro destino o ensino primário masculino, deixando assim a velha escola Conde Ferreira dedicada ao ensino primário feminino.
Possuía quatro salas de aulas, e residência para o director da escola no primeiro andar.
Depois de funcionar como escola primária até meados dos anos cinquenta, do século passado, altura em que foi construída a primeira fase da actual escola primária nº1 (junto aos Irmãos de S. João de Deus), o edifício viria a albergar, em 1959, a recém criada Escola Industrial e Comercial, agora a comemorar os seus cinquenta anos de existência.


Com o crescimento do ensina industrial, rapidamente as instalações se tornaram exíguas, levando à construção de novas instalações para o ensino secundário, e o velho edifício da escola a voltar a mudar de inclinos. Desta vez é o tribunal a ocupar as instalações, de forma provisória, até à inauguração do novo edifício do Palácio da Justiça, em 1983.
Novamente desocupado, o velho edifício escolar volta mais uma vez ás suas funções de origem e acolhe o ensino pré-primário.


Para além do jardim-de-infância, funcionam ainda nas várias zonas em que o prédio foi dividido, algumas outras organizações, como o centro de reformados e idosos.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Centro Juvenil

Uma ideia vinda a lume há cerca de dez anos, em que, num fórum organizado pela C.M., uma centena de jovens fizeram ao presidente do município a proposta de criar um centro dirigido por jovens ( sem a participação da câmara na direcção), destinado ao convívio e à realização das iniciativas por eles idealizadas.
O Presidente aceitou o desafio, a “coisa” foi-se desenvolvendo, e, no verão de 2008, o Centro Juvenil de Montemor abriu finalmente o seu espaço aos jovens nas instalações do antigo colégio “Mestre de Aviz”, na Av. Gago Coutinho.
Dispondo de vários espaços em regime de porta aberta, como um atelier (galeria), uma sala de jogos (jogos de mesa e jogos de salão gratuitos) e de uma sala de multimédia (com acesso gratuito à Internet, e de espaços de uso condicionado, como estúdio de som, laboratório de fotografia, estúdio de cinema de animação, sala multiusos, e o “espaço sem tabus” (espaço de reflexão e promoção da saúde, e aconselhamento pedagógico e profissional).
Prevê-se ainda o arranjo de alguns espaços exteriores, com a criação de um bar/explanada, um canteiro comunitário, etc., e a construção de um Centro de Apoio ao Movimento Associativo e de uma camarata para jovens que visitem Montemor no âmbito de diversos projectos.
Que os jovens saibam merecer a aposta e a confiança neles depositada, tirando todo o partido deste centro para a sua valorização como pessoas e cidadãos, é o mínimo que se pode esperar.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Palácio da Justiça

Depois de muitos anos a funcionar no antigo convento de S. João de Deus, e depois de uma breve passagem pelo edifício da antiga escola, os serviços do tribunal de Montemor foram finalmente transferidos para um edifício construído de raiz para o efeito.
Inaugurado em Agosto de 1983, o Palácio da Justiça, iria albergar também os serviço de registo Civil e Predial, bem como os serviços de notariado, vindo estes posteriormente a abandonar o edifício a quando da sua privatização.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Parque Desportivo Municipal


Depois de vários atrasos na sua inauguração, Montemor dispões desde 20 de Setembro passado, de um novo Parque desportivo Municipal.
Por agora foi apenas inaugurada a primeira fase do projecto, que consta de um campo de relva sintética destinado à prática de râguebi e futebol, e dimensões oficiais, e em fase de aprovação internacional. O complexo contempla também uma bancada lateral com 500 lugares sentados, instalações de apoio administrativo, balneários,
quatro torres de iluminação, e dois parques de
estacionamento.

Para uma segunda fase está
prevista a construção da pista de atletismo

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A Central Eléctrica

Pensa-se que foi em 1927 que em Montemor se inaugurou o uso da electricidade como forma de energia para iluminação pública, vindo depois a estender-se ao uso particular.
Nessa altura, não existindo uma entidade de Energia a nível Nacional, eram os Municípios que tinham que garantir a produção e a distribuição da sua energia.
Penso que este foi o primeiro edifício onde foi produzida a energia eléctrica de Montemor.
No início dos anos 50, do século passado, já ele estava desactivado – com a passagem da distribuição da energia já recebida da rede nacional a passar para o local onde ainda hoje se encontra – restando apenas uma enorme casa vazia, mas onde ainda se podiam ver os suportes aos quais tinham estado fixados os grandes motores que moviam os alternadores, que geravam a energia.
Era então um local muito conhecido pela rapaziada de época, pois nos terrenos anexos, que estavam desocupados, “existia” o então chamado “campo da central” onde se disputavam renhidos jogos de futebol.
O edifício mantém ainda a mesma traça, e encontra-se agora curiosamente ocupado (ao que me parece) por uma empresa de artigos de electricidade.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Escola Conde Ferreira

Situada no Largo da escola nova, na zona histórica da cidade, a escola Conde Ferreira foi uma das muitas escolas mandadas construir por João Ferreira dos Santos, o Conde Ferreira, natural de Vila Meã, Amarante.
Construída em 1871, foi a primeira, e durante muitos anos a única, escola primária do concelho.
Depois da construção de uma nova escola para o ensino primário masculino, foi dedicada ao ensino primário feminino.
Sofreu, ao longo do tempo, diversas alterações, tendo mesmo chegado a funcionar como anexo da antiga Escola Industrial no início dos anos 60 do século passado. Voltou depois à sua primitiva função de escola primária, funcionando hoje de novo como escola mista com quatro salas de aulas, um grande corredor, uma biblioteca, um pátio interno com um pequeno campo de jogos e um pequeno telheiro.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Arquivo Municipal

Inaugurado a 8 de Março de 2008, o Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo é o culminar de um projecto de recuperação da antiga cadeia civil, aproveitando assim da melhor maneira um edifício municipal que se encontrava desactivado.

Dispondo de espaços destinados a arquivo literário, arquivo fotográfico, exposições temporárias, sala de leitura, e livraria municipal, o Arquivo Municipal terá como principal missão a recolha, tratamento, arquivação e divulgação de toda a documentação produzida pelo Município, ou que a ele diga respeito, assim como a preservação de todo o património documental de interesse cultural e histórico.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Baldios - Centro Interpretativo

Com a diminuição de alunos, devido à deslocação de muita gente para os centros populacionais de maior dimensão, muitas foram as escolas primárias, situadas em aldeias mais pequenas, que se viram obrigadas a fechar as portas.
A escola primária dos Baldios, no concelho de Montemor, foi uma delas.

Com a finalidade de aproveitar um edifício de boa construção e em bom estado, a autarquia resolveu transformar a velha escola num novo local, também ele destinado à aprendizagem. Assim, na velha escola dos Baldios, nasce o Centro Interpretativo dos Sítios de Cabrela e Monfurado, com um projecto integrado na Rede Natura 2000, e destinado ao estudo e à divulgação da fauna, flora e meio-ambiente destas duas zonas importantes do concelho.
Nele se pode encontrar literatura e informações sobre os referidos Sítios, um pequeno auditório, e uma sala descritiva das espécies (animais e vegetais) existentes na região.
Pode ainda encontrar-se informação sobre percursos pedestres a efectuar, para observação da Natureza e tonificação do espírito, um apetecível parque de merendas, e, durante alguns fins-de-semana, programas de educação ambiental destinados a crianças.





terça-feira, 20 de novembro de 2007

Lavadouro Municipal

Mais vulgarmente conhecido como “Os Tanques”, o lavadouro municipal fica situado perto da Ermida de S. Pedro da Ribeira, na saída da cidade para o lado de Alcácer.
Após várias diligências nesse sentido, não me foi ainda possível saber ao certo a data da sua construção, mas, e tendo em vista outra construída no concelho, penso que a mesma deverá ter tido lugar no final da década de quarenta do século passado.

Numa época em que o fim da 2ª guerra era ainda relativamente recente, este foi sem dúvida um equipamento importante, construído pela Câmara Municipal, numa altura em que a água canalizada era coisa rara nesta zona da povoação, sendo normal que as pessoas tivessem que ir lavar a sua roupa no Rio (que nesse tempo tinha muita e boa água).
Hoje, com a existência de água em todas as habitações, e com a concorrência feroz da máquina de lavar (menos ecológica, mas mais prática), a utilização “dos tanques” é muito reduzida, se bem que o equipamento se encontre num estado de conservação muito razoável.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Mercado Municipal

Construído em meados do século XX, para substituir os antigos mercados ao ar livre existentes na Centro Histórico da vila.


Situado na zona central da cidade, é um edifício quadrangular, com um pátio aberto ao centro, onde se realiza a venda de peixe, fruta e hortaliças. Possui ainda lojas independentes nas fachadas Este e Oeste, onde se situam alguns talhos, um café, etc.








De destacar os lindíssimos painéis de azulejo que existem nas suas paredes exteriores, e que representam cenas da vida quotidiana dos campos do Alentejo.