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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Clube de Automóveis e Motas Antigas


Criado em 16 de Junho de 2007, o Clube de Automóveis e Motas Antigas de Montemor-o-Novo, é o resultado do trabalho entusiasta de um grupo que, partindo do gosto pela posse, recuperação e uso de veículos antigos, apostou neste Clube como meio de entreajuda e convívio e divulgação do seu hobby.

Nos seus quatro anos de existência, o Clube ajuda os associados nas questões burocráticas (como os seguros dos seus veículos), e nas questões de compra de peças originais, através de parcerias com outros clubes e associações, e vai dando conhecimento de vários eventos e concentrações a nível do país, para as quais vai incentivando a participação de todos os associados.
Com a organização de um passeio mensal de pequeno percurso (para tirar as teias de aranha das motas e dos carros) este Clube organiza dois grandes encontros anuais, com participação aberta a todo o país, e que se destina, para além do convívio e troca de experiências, à divulgação de locais de interesse turístico do concelho.
Um hobby que requer tempo, algum dinheiro, e espaço, mas onde o prazer de poder conduzir uma máquina de outros tempos, tem levado a que o número de associados do nº 5 da Rua Capitão Pires da Cruz tenha vindo a aumentar.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Casa do Povo



Funcionando a partir de 29 de Agosto de 1940, pelo Dec. Lei 30.710, como instituições de providência social de inscrição obrigatória, as Casas do Povo, que tinham sido criadas por Decreto de 22 de Setembro 1933, foram inicialmente organismos de cooperação social, destinadas a melhorar as condições de vida de um sector da população menos protegido, assim como associar os proprietários e os trabalhadores rurais.
Em Montemor, a primeira sede da Casa do Povo, que foi fundada por alvará de 21 de Junho de 1942, situava-se na Rua de Santo António, no local onde hoje se encontram as instalações do jornal “Folha de Montemor”.

Em 1955 a Casa do Povo transferiu-se para novas instalações, na Av Gago Coutinho, compostas de dois pisos, e com excelentes condições para os seus associados. No piso inferior estava situado o Posto Médico, com salas de espera e de consulta e tratamento dos doentes, depósito de medicamentos, secretaria, arquivos, e sanitários, enquanto que, no segundo piso, ficava uma sala com museu de artesanato, gabinete da direcção, biblioteca, arrecadação e uma excelente sala de secções, onde, quinzenalmente eram projectados filmes, com entrada gratuita para os sócios.
Ainda me lembro de lá ver alguns filmes, assim como de este ter sido dos primeiros locais a ter uma sala de televisão pública, quando se iniciaram as emissões da RTP.
Actualmente funcionam no edifício os Serviços da Segurança Social.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A Banda de Lavre


A banda da “Sociedade Fraternidade Simão da Veiga”, de Lavre, fez a sua primeira aparição pública no já longínquo ano de 1889, tendo como principal impulsionador o Cavaleiro e pintor Simão Luís da Veiga, m ilustre filho da terra.

É pois mais de um século de sucessos, de contrariedades, de lutas, de tristezas, mas também de muitas alegrias.

A banda, que entretanto tinha sido enquadrada na “Sociedade Filarmónica Simão da Veiga”, tem uma longa caminhada de actuações e sucessos, e é, em Março de 1995, oficialmente integrada na “Casa do Povo de Lavre”.


Em Agosto de 1998 aconteceu a primeira deslocação ao estrangeiro (Itália), a que se seguiram várias outras, sempre com grande sucesso.

Apostando desde há muito na formação musical, a banda sente grande orgulho na realização, de 1999 a 2004, de seis edições do Curso de Aperfeiçoamento para Jovens Músicos, destinado a membros de todas as bandas do Distrito de Évora, e na sua escola de música, onde uma dezena de docentes transmite a cerca de seis dezenas de alunos o gosto e os conhecimentos da nobre arte.


Actualmente, a Banda de Lavre conta com um quadro efectivo de mais de cinquenta elementos, dirigido, desde Fevereiro de 2001, pelo Maestro, Prof. Fernando Palacino, e pode dizer-se que é uma das mais prestigiadas instituições do concelho de Montemor-o-Novo, sendo um importante pólo de dinamização cultural da região.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Rugby Clube de Montemor


Fundado a 20 de Julho de 1995, o RCM tem vindo a fomentar o gosto e a prática do rugby em Montemor, e a colaborar na expansão da modalidade na zona sul do país.


Com escalões de formação a partir dos 8 anos de idade, e com uma equipa feminina, o RCM tem na sua equipa sénior, a disputar o campeonato nacional da 2ª divisão-sul, o seu expoente máximo.

A equipa, liderada pelo presidente Paulo Xavier, tenta este ano a conquista do título de campeão que na época passada lhe fugiu na final



segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A Escola de Dança


A Escola de Dança de Montemor-o-Novo nasceu de um projecto da Câmara Municipal, posto em prática pela bailarina e Professora Amélia Mendonza, que, no ano de 1979, trocou Paris por esta cidade do Alentejo.
O objectivo inicial, que é o de proporcionar à população o contacto com a beleza e a disciplina da dança e do ballet clássico, mantém-se, e, desde as primeiras trinta alunas, com idades entre os 6 e os 16 anos, até aos dias de hoje, a escola tem desempenhado o seu papel, e dado frutos (veja-se o exemplo da bailarina Alice Cruz, que representou Portugal no Dance World Cup, e que iniciou a sua aprendizagem em Montemor).
Com trinta anos de existência, a escola de dança mantém-se viva, e a curta actuação com que nos brindou na abertura da Feira da Luz 2009 é a prova disso mesmo, e da aceitação que a dança tem hoje em Montemor, fruto do trabalho desenvolvido.



quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Fanfarra dos Bombeiros

Apesar de ter existido uma primeira fanfarra, composta apenas por um terno de cinco clarins, entre 1946 e 1954, a actual Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo foi criada em 1972 pelo bombeiro António Lambuça, conjuntamente com José Guerra, João Coelho (actual comandante) e Florindo Pais (actual chefe da Fanfarra). O grupo inicial era composto apenas por dez elementos, e as dificuldades financeiras eram muitas, mas o entusiasmo e determinação eram maiores ainda, e, com o esforço do Comandante Fragoso, do 2º Comandante Rabino, do Presidente António Borges, e de algumas outras individualidades, a Fanfarra cresceu rapidamente e teve a sua primeira apresentação logo pelo aniversário da corporação e a sua primeira saída ( a Lavre) pela altura das festas da Vila.
Desde 1973 que a Fanfarra integra elementos de ambos os sexos, e chegou mesmo a existir uma Fanfarra juvenil, que entretanto teve que acabar devido aos custos com fardamentos serem muito elevados.
O Chefe Florindo Pais é o homem que está à frente da Fanfarra, à qual tem entregue todo o seu esforço e dedicação, ao longo dos seus 37 anos de existência, da qual Montemor muito se orgulha.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Grupo Desportivo do Reguengo / S. Mateus

O Grupo Desportivo do Reguengo / S. Mateus é um pequeno clube, que, como todos os pequenos clubes de bairro ou de freguesia – como é o caso – foi criado e vive à custa da paixão e boa vontade de uma dúzia de pessoas.
Com alguns bons resultados desportivos obtidos ultimamente na área do atletismo, o grupo espera pela existência de uma pista, afim de poder melhorar ainda mais as prestações dos seus atletas.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Bombeiros Voluntários de Montemo-o-Novo

Numa época do ano em que os incêndios são sempre um problema grave do nosso dia-a-dia, não podíamos deixar de nos lembrar dos nossos voluntários.
Depois de várias tentativas falhadas, os voluntários de Montemor foram finalmente formados, em 10-08-1930, por um grupo de Montemorenses de que faziam parte o Dr. Alfredo Maria Praça Cunhal, o Eng. António Justino Mexia da Costa Praça, Jerónimo de Almeida Faria, Luís Pimenta de Aguiar, Francisco Simões Carneiro, e Luís Henrique Fragoso Amado.
A sua primeira sede funcionou, durante cerca de 30 anos, na Rua 5 de Outubro, no local onde hoje funciona o armazém do Grémio da Lavoura.
O actual quartel foi inaugurado em 17 de Janeiro de 1954, e a sua construção deve-se, principalmente aos esforços desenvolvidos pelo então presidente da Direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários, o Eng. António Justino Mexia da Costa Praça.
Para manter as funções e actividades sociais a que se propuseram aquando a sua fundação, os Voluntários de Montemor necessitam que o seu quartel seja renovado e ampliado, de forma a responder ás actuais necessidades, um plano que, apesar de já estar aprovado, necessitará certamente do contributo de todos para a sua efectivação.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Centro Hípico Dom Duarte


Com mais de vinte anos de existência (foi criada em 1986), a Escola de Equitação de Montemor-o-Novo tem hoje prestígio a nível da arte equestre nacional.
Inicialmente criada com o apoio da GNR, veio mais tarde a ter o apoio da Câmara Municipal e do Grupo de Amigos de Montemor.
Em 2003 a escola foi autonomizada como “associação sem fins lucrativos”, tomou o nome de “Centro Hípico Dom Duarte” e encetou protocolos com a Câmara Municipal para a cedência de terrenos para a sua digna instalação.
A escola encontra-se em instalações provisórias desde 1992, que, apesar de uma boa pista de saltos, não tem condições de ensino e manutenção dos cavalos.
Actualmente são promovidos pelo Centro Hípico dois concursos anuais de saltos de categoria C, um em Julho e outro em Setembro, realizado em colaboração com a C.M. durante a Feira da Luz., que trazem à cidade muitos cavaleiros nacionais dos mais conceituados.




terça-feira, 27 de novembro de 2007

Grupo União Sport

“A União Faz a Força”. É este o lema do “velho” União, que no dia 17 deste mês comemorou os noventa e três anos da sua fundação.
Foi no dia 17 de Novembro de 1914, em pleno período do primeiro conflito Mundial, que um pequeno grupo de determinados jovens se reuniu, para, depois de conseguidos alguns apoios, fundarem a Comissão de instalação da agremiação “Grupo União Sport”.
A primeira assembleia teve lugar na Rua de Santo António, nº 35, e foi presidida por Nicolau Colaço Pereira. A primeira Direcção, presidida por Joaquim Marques, foi eleita ainda em 1914.


O clube teve a sua primeira sede na rua das escadinhas nº 13, mas, como os jogos se realizavam no campo do rossio (no local onde agora fica a escola secundária), a sede foi mudada para uma das habitações que existiam na Praça de Touros, para que ficasse mais perto do local desportivo. Conheceu depois vários outros locais, até conseguir estar finalmente em casa própria, nas actuais instalações do estádio.



O primeiro jogo do União foi em 1915, contra o Académico de Évora, onde os de Montemor venceram os opositores, no campo do Rossio, por 1-0.
Os estatutos do clube, que já era o mais representativo da vila, foram constituídos, na Conservatória do Registo Comercial de Montemor, no dia 11 de Janeiro de 1922, e diziam, no seu artigo primeiro, que o clube tinha por fim “o desenvolvimento e prática de todos sports em geral e do foot ball em especial”.
Em Fevereiro de 1926 o União, conjuntamente com o Lusitano de Évora, o Juventude de Évora, o Império, o Casa Pia, e o Luso Sporting de Estremoz, tornou-se membro fundador da Associação Eborense de Desportos, que mais tarde se viria a designar “Associação de Futebol de Évora”.


A 6 de Fevereiro de 1926 o União, com a sua vontade de crescimento e de proporcionar aos seu atletas melhores condições, adquiriu à Câmara Municipal os terrenos onde viria a construir o “Estádio 1º de Maio”, e onde, mais tarde construiu também um edifício para a sua sede. O estádio seria inaugurado a 1 de Maio de 1927 num jogo onde o União foi derrotado pelo Comércio e Industria de Setúbal por 3 a 1.
O primeiro título conquistado pela equipa de futebol do União foi o de Campeão Distrital de Évora, em 1929/30, vencendo na final o Lusitano (vencedor das três primeira edições) por 2 a 1.
O União era um clube em crescimento, e, em 1932 inaugura, dentro do parque desportivo, o seu campo de ténis, dando assim oportunidade aos Montemorenses de ver, e praticar, um desporto que também era muito apreciado na época.
Muitos outros desportos, desde o atletismo à luta, do ciclismo ao ténis, têm sido apoiados e praticados pelo União, levando longe o “orgulho” e a “paixão” pelas cores do clube (que foram desde sempre, o preto – que representa a força – e o branco – que representa a lealdade e a festa). Presentemente, tal como a esmagadora maioria dos clubes e associações neste país, vive momentos de dificuldade; no entanto, a prática do futebol, desde o início a sua principal modalidade, mantém-se, e a sua equipa principal disputa (com boa prestação) o Nacional da 3ª divisão, e as equipas jovens continuam em actividade, levando o desporto à juventude da cidade.
Parabéns União por mais um aniversário!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Clube de Ténis


Depois do 8º Ladies open (um dos melhores dos doze torneios internacionais que se fazem no país, que conta para o ranking WTA, e que tem um prize Money de 10 mil dólares) o Clube de ténis de Montemor organizou, no passado fim-de-semana, o torneio de São João de Deus, continuando assim a sua incansável luta pela divulgação e promoção deste desporto.
Com cerca de dez anos de existência, esta colectividade, dirigida por Luís Tojo, conta com quatro campos de piso duro, dos quais três possuem iluminação, e dois campos de mini-ténis, e a sua aposta na formação tem sido muito bem sucedida (lembramos que Frederica Piedade, que já foi a nº 1 nacional, já representou o Clube), tendo no seu palmarés alguns títulos regionais. Muita dedicação e muito trabalho parecem ser a receita.
As instalações contam ainda com serviço de bar, e com uma agradável esplanada.


terça-feira, 17 de julho de 2007

Sociedade Pedrista



A Sociedade Circulo Montemorense (mais tarde também chamada de “Pedrista”) foi fundada em 1862 a partir da divisão política interna dos elementos da direcção da Sociedade “Carlista”.
Um grupo de “progressistas”, em desacordo com o modelo de divisão de classes seguido pelos “regeneradores”, que se encontrava à frente dos destinos da “Carlista”, separara-se e funda uma nova banda de música (finalidade principal de ambas as sociedades na altura), a que deu o nome de “Sociedade Circulo Montemorense”.
Os progressistas, através de acções, conseguem construir um edifício próprio para a sua sede. No entanto, devido à luta entre as duas sociedades, e através de uma jogada do chefe do poder local e principal impulsionador da Carlista, que adquiriu a maioria das acção da sede, a “Pedrista” foi desalojada da sua casa original por acção judicial.
As desavenças entre as duas bandas continuaram praticamente até à extinção da banda da Pedrista no final dos anos 40 do passado século.
Ambas as sociedades vivem hoje em sede própria, em dois bonitos edifícios, tendo a “Pedrista abandonado a banda de música, assim como o grupo de teatro, que também possuiu em passado mais recente.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Sociedade Carlista

A Sociedade Antiga Filarmónica Montemorense “Carlista” é oriunda de um grupo de filarmónicos que teria sido organizado na primeira metade do séc. XIX, em 1830, sob a regência de Carlos Simões.
. Conhecido simplesmente pelo grupo do “Mestre Carlos”, foi progredindo, até que a 30 de Junho de 1861, vários elementos de posição social acharam oportuno fazer do grupo uma Sociedade. E assim ela fica denominada: Antiga Sociedade Filarmónica a “Carlista”. A legalidade oficial da Sociedade que arrasta consigo a tradição de “antiga”, proveniente da antiguidade do grupo filarmónico, entra na sua efectivação a 21 de Abril de 1862, que é a data da carta régia que aprova o seu primeiro estatuto. A denominação de “Carlista” pensa-se que terá a ver com o nome do seu primeiro regente, o Mestre Carlos.
Vivendo em casa alugada, só em 1888 se muda para sede própria, no local que ainda hoje ocupa.
A sociedade é um pólo cultural importante da cidade de Montemor, mantendo em funcionamento uma banda filarmónica e uma escola de música, e participando na organização de alguns eventos culturais, dos quais se pode destacar o “ciclo da Primavera”. Foi também casa de um grupo de teatro amador durante alguns anos.